Benefícios flexíveis: como implementar em empresas
- Edson Pacheco
- 10 de set. de 2025
- 2 min de leitura

Os pacotes tradicionais de benefícios — vale-refeição, plano de saúde, transporte — já não atendem às expectativas de muitos colaboradores. A nova geração de profissionais valoriza autonomia e personalização, e é nesse cenário que os benefícios flexíveis surgem como tendência estratégica no RH.
Grandes empresas brasileiras, como iFood, Nubank e Ambev, já implementaram modelos flexíveis para fortalecer seu employer branding e atrair os melhores talentos.
O que são benefícios flexíveis?
São programas em que o colaborador pode escolher como utilizar sua cota de benefícios, dentro de um portfólio pré-definido pela empresa.
👉 Exemplos de opções em pacotes flexíveis:
Vale-refeição e alimentação.
Plano de saúde com diferentes níveis de cobertura.
Auxílio home office.
Bolsa de estudos e cursos online.
Auxílio bem-estar (academia, psicoterapia, aplicativos de meditação).
Mobilidade (vale-transporte, combustível, apps de transporte).
Por que benefícios flexíveis são estratégicos
Atração de talentos: empresas que oferecem flexibilidade são mais atraentes para profissionais qualificados.
Retenção: colaboradores tendem a permanecer quando sentem que seus benefícios atendem às necessidades pessoais.
Employer branding: fortalece a imagem de empresa inovadora e centrada nas pessoas.
Engajamento: aumenta a percepção de valor e satisfação com o pacote de remuneração.
🔎 Segundo pesquisa da Mercer (2023), 78% dos colaboradores brasileiros valorizam mais os benefícios quando podem personalizá-los.
Exemplos nacionais de implementação
iFood: criou programas de benefícios que incluem auxílio educação, bem-estar e apoio psicológico.
Nubank: oferece créditos flexíveis que podem ser usados em diferentes categorias, como saúde, mobilidade e educação.
Ambev: adota modelos híbridos, permitindo que colaboradores escolham entre benefícios tradicionais e novos pacotes digitais.
Passos para implementar benefícios flexíveis no RH
Mapear necessidades dos colaboradores: pesquisas internas ajudam a identificar o que é mais valorizado.
Escolher fornecedores adequados: plataformas digitais especializadas simplificam a gestão dos pacotes.
Definir orçamento e regras claras: flexibilidade precisa andar junto com sustentabilidade financeira.
Comunicar de forma transparente: colaboradores precisam entender como usar e trocar seus benefícios.
Monitorar resultados: medir satisfação e impacto no turnover e no engajamento.
Conclusão
Benefícios flexíveis deixaram de ser um diferencial e estão se tornando padrão em empresas que querem se destacar no mercado. Para o RH, a personalização é um caminho sem volta, capaz de atrair talentos, aumentar engajamento e fortalecer a marca empregadora.
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