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Benefícios flexíveis: como implementar em empresas


Ilustração flat mostrando uma profissional ao lado de uma balança verde com ícones de alimentação e saúde, acompanhada de símbolos de educação, bem-estar e moradia, representando benefícios flexíveis personalizáveis.

Os pacotes tradicionais de benefícios — vale-refeição, plano de saúde, transporte — já não atendem às expectativas de muitos colaboradores. A nova geração de profissionais valoriza autonomia e personalização, e é nesse cenário que os benefícios flexíveis surgem como tendência estratégica no RH.


Grandes empresas brasileiras, como iFood, Nubank e Ambev, já implementaram modelos flexíveis para fortalecer seu employer branding e atrair os melhores talentos.



O que são benefícios flexíveis?


São programas em que o colaborador pode escolher como utilizar sua cota de benefícios, dentro de um portfólio pré-definido pela empresa.


👉 Exemplos de opções em pacotes flexíveis:


  • Vale-refeição e alimentação.

  • Plano de saúde com diferentes níveis de cobertura.

  • Auxílio home office.

  • Bolsa de estudos e cursos online.

  • Auxílio bem-estar (academia, psicoterapia, aplicativos de meditação).

  • Mobilidade (vale-transporte, combustível, apps de transporte).



Por que benefícios flexíveis são estratégicos


  • Atração de talentos: empresas que oferecem flexibilidade são mais atraentes para profissionais qualificados.

  • Retenção: colaboradores tendem a permanecer quando sentem que seus benefícios atendem às necessidades pessoais.

  • Employer branding: fortalece a imagem de empresa inovadora e centrada nas pessoas.

  • Engajamento: aumenta a percepção de valor e satisfação com o pacote de remuneração.



🔎 Segundo pesquisa da Mercer (2023), 78% dos colaboradores brasileiros valorizam mais os benefícios quando podem personalizá-los.



Exemplos nacionais de implementação


  • iFood: criou programas de benefícios que incluem auxílio educação, bem-estar e apoio psicológico.

  • Nubank: oferece créditos flexíveis que podem ser usados em diferentes categorias, como saúde, mobilidade e educação.

  • Ambev: adota modelos híbridos, permitindo que colaboradores escolham entre benefícios tradicionais e novos pacotes digitais.



Passos para implementar benefícios flexíveis no RH


  1. Mapear necessidades dos colaboradores: pesquisas internas ajudam a identificar o que é mais valorizado.

  2. Escolher fornecedores adequados: plataformas digitais especializadas simplificam a gestão dos pacotes.

  3. Definir orçamento e regras claras: flexibilidade precisa andar junto com sustentabilidade financeira.

  4. Comunicar de forma transparente: colaboradores precisam entender como usar e trocar seus benefícios.

  5. Monitorar resultados: medir satisfação e impacto no turnover e no engajamento.



Conclusão


Benefícios flexíveis deixaram de ser um diferencial e estão se tornando padrão em empresas que querem se destacar no mercado. Para o RH, a personalização é um caminho sem volta, capaz de atrair talentos, aumentar engajamento e fortalecer a marca empregadora.




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